quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

"árvore da palavra"...

A escola e a biblioteca, particularmente, encheu-se de luz, cor e alguma magia!
As árvores de natal, despontaram e fizeram as delícias de todos!
A "árvore da palavra", um desafio colocado a todos os alunos, encheu-se de mensagens de esperança, amor e muitos desejos!


A equipa da biblioteca deseja que todos eles sejam concretizados!

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

a estrelinha...

Vejo, à noite, uma estrelinha,
no céu, piscando, piscando...
Mamãe diz que ela, de longe,
pisca, pisca, é me chamando...

Quando eu crescer e papai
me comprar um avião,
vou te buscar, estrelinha,
na palma da minha mão.
Martins d´Alvarez


a minha estrelinha...


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

lugares e momentos...

Há pensamentos que são orações. Há momentos nos quais, seja qual for a posição do corpo, a alma está de joelhos.

Victor Hugo


Vaticano, Dezembro 2014

domingo, 14 de dezembro de 2014

Creio nos anjos que andam pelo mundo

creio nos anjos que andam pelo mundo,
creio na deusa com olhos de diamantes,
creio em amores lunares com piano ao fundo,
creio nas lendas, nas fadas, nos atlantes;

creio num engenho que falta mais fecundo
de harmonizar as partes dissonantes,
creio que tudo é eterno num segundo,
creio num céu futuro que houve dantes,

creio nos deuses de um astral mais puro,
na flor humilde que se encosta ao muro,
creio na carne que enfeitiça o além,

creio no incrível, nas coisas assombrosas,
na ocupação do mundo pelas rosas,

creio que o amor tem asas de ouro. amém.
Natália Correia

"creio que o amor tem asas de ouro"

sábado, 13 de dezembro de 2014

De volta...

o bom, depressa acaba...o tempo voa, literalmente!


“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.”


Maria Julia Paes de Silva

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

De repente, não mais que de repente.

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
"Soneto de separação" Vinicius de Moraes